Poema: A Árvore do meu caminho

Rua Coronel Liberalino, no centro de Areia Branca-RN

Quem me dera reencontrar aquelas folhas secas,
caídas da árvore do meu caminho,
molhadas pelas chuvas, secas pelo sol,
que seguiram-me ao vento, quando ia para escola,

Quem me dera reencontrar a árvore do meu caminho,
a sombra da minha vida, a ternura do meu olhar,
o brilho bruto dos seus galhos fortes,
marcando meus passos, olhando nos meus olhos.

Quem me dera reviver aqueles momentos de amor,
de energia, de bênção, da vida do meu passado,
dos segredos guardado pra mim…
no silêncio doce dos meus sonhos.

Quem me deras… se a árvore do SEU caminho,
fosse a mesma árvore do MEU caminho…
Certamente não estaríamos tão distantes,
seriamos uma só força no mesmo rumo,
na mesma estrada…
Saudades.

Poema enviado pelo areia-branquense Márcio Almeida. O texto é alusivo a árvore da Rua Coronel Liberalino, próximo a casa da família Tavernad. Local por onde passava o autor deste texto, todos os dias quando ia à escola.
Márcio Almeida (Por e-mail)

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